Bragança Jovem Popular

Bragança Jovem Popular é o blog da distrital da Juventude Popular que se impõem pela diferença: não criticamos sem propor, não propomos só por falar, nem falamos sem conhecer. Porquê?! Simples!... Porque àqueles que "falam, falam, falam e não fazem nada", escasseia algo que nós temos de sobra: irreverência, ideias e vontade de agir!

sábado, novembro 25, 2006

ter ou não o poder

Não podemos dar-nos ao luxo de noticias deste tipo que passo a citar:

CDS/PP
Almoço de protesto gera… protestos

“As distritais do CDS/PP de Santarém, Évora, Bragança e Guarda organizam hoje uma conferência, em Leiria, para discutir o “futuro do CDS e encontrar soluções” para a actual situação no partido. Uma iniciativa que mereceu, em comunicado, severas críticas de elementos de concelhias do Distrito de Santarém, que acusam o líder da distrital de se empenhar apenas em mover guerra a José Ribeiro e Castro.”


(in Diário de Noticias de 25 de Novembro de 2006).

Esta não é a prioridade nem do distrito, nem do partido, nem do país.O que falara aqui mais alto?


Estou de acordo com o que disse o nosso presidente quando disse hoje na tsf:

- sinto que existe uma maior participação e envolvencia politica de mulheres e jovens do partido. Posso citar alguns nomes como Ana Soaresque veio directamente da JP e que é uma jovem militante do distrito de Bragança...


Deixo o convite de quem quiser ler o Diario de Noticias de hoje (sábado).

Quem deve encontrar soluções é a direcção que foi democraticamente eleita e não por quem sonha um dia chegar lá ou pelo menos ter la um pelouro.
Estão simplesmente a fazer o jogo de quem nos quer eliminar do mapa ([politico] mas nao faltara quem queira ir mais longe) uma vez que não estão a contribuir em nada quer para o crescimento e seriedade do partido.
Há coisas mais uteis para fazer do que discutir estilos.
Tenho a certeza absoluta que qualquer que seja o líder do CDS haverá sempre forte campanha contra (sobre tudo externa) e não podemos cair tão facilmente em propagandas baratas. (para isso esta o BE).
Devemos usar a cabeça numa época particularmente dificil para a direita. Quando digo usar não é para andarmos as cabeçadas até o partido ser absorvido ou mesmo extinto.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Sondagens

Sabendo que valem o que valem nao deixa de ser uma optima noticia para todos nós. Somos o unico partido a subir pelo terceiro mês consecutivo. Alem de ser o unico a subir.
Estamos no bom caminho apesar da enorme adversidade que representa ser hoje militante de direita especialmente qundo se é da JP ou CDS. Não passaremos à clandestinidade apesar da tentativa de alguns. A luta continua.

segunda-feira, novembro 20, 2006

25 de Novembro é na Amadora!

Todos sabem que o 25 de Novembro é uma data muito importante na História de Portugal e que, como tal, merece ser devidamente festejada! Assim, gostaria de vos desafiar a estarem presentes no jantar do próximo Sábado na Amadora!

O jantar contará com a presença do Presidente do CDS-PP - Dr. Ribeiro e Castro - e o preço será de 10€. Contamos com as confirmações para distritalbraganca@juventudepopular.org !

terça-feira, novembro 14, 2006

25 de Novembro de 1975


Todos nós, apesar de sempre termos vivido num regime democrático, temos (ou pensamos ter) conhecimento do duro e penoso processo que foi necessário decorrer para nos encontrarmos na situação actual. A luta pela liberdade e democracia, ainda não acabada, compreendeu já várias fases, as quais levaram ao regime democrático consolidado existente hoje em Portugal.
O 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro do ano seguinte, são marcos fundamentais na história da evolução do regime político português. A democracia portuguesa teve o seu início aquando do 25 de Abril de 1974, com a queda do regime ditatorial, e afirmou-se no 25 de Novembro de 1975, com a vitória dos valores realmente democráticos. Estas datas encontram-se irremediavelmente associadas, já que se é verdade que o 25 de Novembro não seria possível sem o 25 de Abril, não é menos verdade que o 25 de Abril de 74 sem o 25 de Novembro de 75 não seria relacionado com liberdade, já que foi este último que impediu que Portugal fosse, mais uma vez, conduzido para caminhos autoritários.
Durante um ano e meio da revolução de Abril, a extrema esquerda portuguesa tentou implantar um regime do tipo leninista-marxista, impossibilitando a existência de eleições. O extremismo e vontade de imposição foi tanto, que vários foram os empresários de renome que foram presos sem justificação aparente, bem como muitas centenas de cidadãos anónimos. Os excessos da revolução fizeram-se sentir: o que outrora tinha sido falta de liberdade, tinha-se então tornado numa verdadeira anarquia, onde muitos não sabiam verificar o fim da liberdade individual, pois é indispensável que não nos esqueçamos que a nossa liberdade acaba quando começamos a pôr em causa a do nosso próximo.
Tinha-se dado início ao que se viria a designar de “Verão Quente”. Muitos terrenos, casas e corporações agrícolas foram tomadas por parte da população, que devido à incapacidade em gerir negócios daquela natureza, os levaram à falência. Os donos legítimos, acusados de “fascistas” nada podiam fazer, tendo sido alguns presos e outros ameaçados de morte. A liberdade de propriedade individual foi, não só posta em causa, como chegou a ser uma mera ilusão em Portugal. Entretanto o General Spínola tenta por termo à verdadeira “República das bananas” em que parecia ter-se transformado Portugal. O poder então instaurado usava a ignorância do povo em certas áreas, como principal arma para o manter sob controlo.
As eleições foram marcadas e pouco depois adiadas pelo Conselho da Revolução. Porém, o General Costa Gomes, apesar de nitidamente relacionado com a “esquerda”, exige eleições, pronunciando-se contra os extremismos em que estavam a cair as pessoas que governavam o país, apesar de serem da sua ideologia política. Nestas eleições o povo mostrou o que queria. Tinha sido ele o grande apoio da revolução de Abril, pronunciando através das urnas como defensor da liberdade, democracia e respeito pelo próximo. Destas eleições saíram largamente vencedores os partidos que defendiam um regime não autoritário, marcadamente democrático: CDS, PS e PSD. Nesta altura Portugal teve também de fazer frente a uma ameaça de guerra civil, mas pelo bem da pátria, os partidos vencedores das eleições souberam por de parte as suas diferenças ideológicas e lutar por uma Portugal livre e autónomo.
Nós, portugueses, devemos ter orgulho em tudo o que foi preciso passar para a instauração do regime democrático em que hoje vivemos e conhecer as várias fases que foram necessárias. Sem dúvida que o 25 de Novembro é uma data indissolúvel na História de Portugal, mas não só... Também na História Mundial da democracia.
Há algumas perguntas ainda sem resposta… E a que me ocorre de imediato é: para quando a aclamação deste dia como feriado nacional?
O 25 de Novembro de 1975, apesar de muitos não o quererem ver e tentarem fugir ás provas que a História nos apresenta com argumentos que mais não demonstra que um extremismo no seguimento de linhas partidárias, foi o culminar, o real atingir dos objectivos propostos aquando do 25 de Abril do ano anterior e o resultado das duas datas, associado ás sucessivas vitórias que ainda hoje se concretizam, foram claramente o impulsionador que possibilita que hoje vivamos neste nosso Portugal.

Ana Soares

domingo, novembro 12, 2006

Velho PS quer aborto, moderno PS esquece interior

O CDS opõe-se à proposta sobre o aborto apresentada por Helena Roseta, no Congresso do PS, no sentido de a bancada parlamentar do PS avançar com a liberalização do aborto mesmo que o "Não" vencesse, mas em termos não vinculativos, como aconteceu em 1998. Manuel Alegre interveio no mesmo sentido no Congresso socialista.

Ribeiro e Castro, líder do CDS, à margem de uma reunião de convívio com militantes e autarcas em Vagos, considerou que essa proposta é anti-democrática e disse que o "Não" deve vencer no referendo.

"É uma proposta inaceitável e completamente anti-democrática e que não faz qualquer sentido" - disse Ribeiro e Castro.

E continuou: "Em qualquer caso, nesta altura, o que é indispensável é que todos os portugueses, independentemente de partido (ainda que o CDS tenha uma posição clara em matéria de defesa do direito à vida), todos os portugueses que defendem o direito à vida se mobilizem activamente para uma participação forte e para que, no referendo, triunfe o 'Não' à liberalização do aborto. É isso que está em causa, a liberalização do aborto. Nós estamos contra. É muito importante que o próximo referendo confirme os resultados de 1998."
O presidente do CDS-PP acrescentou: "Nós criticamos também, no plano político, este PS e este Governo que fecha maternidades e quer abrir clínicas do aborto."

Interrogado sobre o discurso do primeiro-ministro na abertura do XV Congresso Nacional do PS, disse Ribeiro e Castro: "Ouvi com atenção o discurso do Eng.º Sócrates, secretário-geral do PS e primeiro-ministro, e verifiquei que falou praticamente em tudo menos no interior, menos no mundo rural. Sobre um, sobre outro, nem uma palavra."

E concluiu: "Nós não estranhamos, pois têm sido dos grandes esquecidos deste Governo. Também aí houve mentiras eleitorais. O PS criou grandes expectativas ao interior e ao mundo rural, mas estes têm sido grandes esquecidos, votados ao abandono e ao desprezo."

Telejornal, RTP1

Almoços no Caldas sobre Bolonha!

Amanhã, dia 13 de Novembro, o tema dos já habituais "Almoços do Caldas" será O Processo de Bolonha, tema de inegável interesse para toda a sociedade, sobretudo para os jovens! Assim, contamos contigo amanhã na Sede Nacional em Lisboa ás 13h. O Orador principal será o Professor Doutor João Filipe Queiró

quinta-feira, novembro 09, 2006

Novo site da JP!!

Caríssimos,

Vale a pena visitar o novo site de todos nós na net!

http://www.juventudepopular.net/

terça-feira, novembro 07, 2006

Comunicado à Imprensa



A Distrital de Bragança da Juventude Popular, face ao “Voto de Protesto Público” apresentado pela Comissão Política Distrital de Bragança do CDS-PP datado de 30 de Outubro de 2006, e ontem tornado público, tece as seguintes considerações:

1 – Repudiar de modo absoluto e contundente, o modo como a JP é referida no comunicado. Do mesmo modo que estranhámos a referência à JP no programa da lista presidida por Domingos Doutel, vemos pela segunda vez desde a eleição da distrital do CDS serem menosprezados publicamente militantes do CDS do distrito por essa estrutura. O CDS-PP somos todos nós! Não há militantes de primeira e de segunda!

2 – A JP distrital em nada se imiscuiu com a eleição da distrital do CDS-PP, como aliás nunca teve outra participação que não o apoio a actividades e aos objectivos do partido de que também fazemos parte. É com profundo lamento que a Comissão Política Distrital da JP verifica que a actual direcção distrital do CDS não conhece os militantes da sua estrutura, nem sequer os membros das comissões políticas concelhias do partido. Se assim fosse, verificaria que as pessoas a quem se refere como “jovens dirigentes concelhios e distritais da Juventude Popular local”, sem prejuízo de serem militantes da JP, são todos militantes do CDS e mais de 80% deles dirigentes concelhios do CDS no distrito de Bragança.

3 – A JP, ainda que apenas envolvida no processo eleitoral da distrital do CDS-PP segundo os estatutos e normas em vigor, não pode deixar de mostrar admiração por tanta controvérsia ter sido gerada em torno de delegados da Secretaria-Geral que, uma vez que foi aquele órgão que dirigiu todo o processo, mais não fizeram do que acompanhar o acto eleitoral, em nada estando relacionados com a baixa afluência ás urnas nem desconfianças que nunca se fizeram sentir. A transparência em actos eleitorais partidários apenas contribui para a credibilização dos partidos e da política em geral na própria sociedade e em particular no seio interno dos partidos.

4 – A JP do distrito de Bragança sempre pautou a sua actuação pelo bem do CDS e pela difusão da Democracia-Cristã. Sempre se manifestou contra a discussão de assuntos internos, a nível local ou nacional, fora dos lugares próprios do partido e lamenta que se tenha visto obrigada a responder pelos mesmos meios, mas a imagem do CDS e da JP não merece ser posta em causa por questões secundárias que em nada contribuem para fortalecer o nosso partido como a alternativa necessária em 2009. Deste modo, em vez de procurar falsas questões internas como outros fazem, a JP distrital de Bragança continuará a trabalhar com a Direcção Nacional do CDS-PP, contando em particular com a colaboração de Ana Soares militante do distrito e membro eleito da Comissão Política Nacional, e com qualquer estrutura cujos objectivos sejam fortalecer, dignificar e difundir o CDS-PP. Por um interior com voz! Por um Portugal de e com futuro!

José Menezes Barbosa
Presidente da Comissão Política Distrital de Bragança
Juventude Popular

segunda-feira, novembro 06, 2006

A entrevista "publipaga" do governo Português.


Soubemos na passada semana, que o governo Português tinha cometido mais uma das suas etravagancias , e pagou do bolso de todos nós uma "campanha" desastrosa na revista FORBES , passo a publicidade.
Na verdade, este governo faz-me lembrar o exibicionistas do parque... aquele de gabardina cinzenta , que quando encontra uma vítima a preceito, bare a dita gabardina... e a vítima desata a rir... porque o pobre não tem nada para mostrar. Ora , este governo está na mesma... faz mutio "espalhafate" com o PLANO TECNOLÓGICO, seja lá isso o que fôr, e com o lançamentos de novos investimentos, mas no fundo , tudo espremido , não passa de uma gota no oceano.
Portanto , Srº. Primeiro Ministro , salvagurade a gabardina ...enquanto a tem.